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Você já se perguntou se o esporte pode ser o super-herói que seu cérebro precisa?
O poder do exercício para o cérebro
Um dado curioso: um estudo analisou nada menos que 58 pesquisas e chegou à conclusão de que nos movermos de maneira habitual nos dá uma vantagem considerável em relação àqueles que preferem ficar no sofá.
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Guerreiros do fim de semana? Claro que sim
Se você é daqueles que pensa que só pode se exercitar se o fizer todos os dias, pense novamente! Um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine revelou que até mesmo os "guerreiros de fim de semana" –aqueles que concentram sua atividade física em um ou dois dias– podem reduzir o risco de demência leve em 15%. Sim, você leu corretamente!
Esses guerreiros modernos conseguem benefícios neuroprotetores ao dedicar apenas dois dias por semana para suar a camisa. Então, se sua semana de trabalho não te deixa muito tempo livre, não se preocupe, o fim de semana é seu aliado!
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Os esportes que seu cérebro agradecerá
E agora vem a grande pergunta: quais esportes são os mais recomendados? As atividades aeróbicas, como caminhar, nadar, dançar ou andar de bicicleta, são fantásticas para manter seu coração (e cérebro) em plena forma. Tente dedicar de 20 a 30 minutos várias vezes por semana e você verá os resultados.
Mas não vamos esquecer do fortalecimento muscular: exercícios com o peso corporal, yoga (o yoga combate os efeitos da idade, segundo a ciência), tai chi ou pilates ajudam a manter seus músculos –e sua mente– em forma. Além disso, esses exercícios ajudam a controlar o açúcar no sangue, o que também é um ponto a favor na luta contra a demência.
Exemplos de exercícios físicos de baixo impacto
Não é apenas esporte, também é movimento diário
No tudo precisa ser maratonas ou triatlos. Atividades cotidianas como caminhar para o trabalho, limpar a casa ou até mesmo fazer jardinagem podem contribuir significativamente.
Em resumo, a chave é se mover. Seja optando por um esporte específico ou aproveitando os movimentos diários, o importante é nos mantermos ativos. Afinal, se o exercício pode nos proteger de algo tão sério quanto a demência, não vale a pena tentar?
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