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A ansiedade noturna não te deixa dormir? 8 chaves para acalmar a mente e dormir profundamente

Ansiedade noturna: por que se dispara ao dormir e 8 estratégias-chave, de jogos mentais à respiração, avalizadas por especialistas do The Times....
A ansiedade noturna não te deixa dormir? 8 chaves para acalmar a mente e dormir profundamente



Índice

  1. Por que a ansiedade aparece justamente à noite?
  2. Ansiedade noturna: o que os especialistas dizem e o que vejo em consulta
  3. Jogos mentais para deter pensamentos persistentes ao tentar dormir
  4. O poder da respiração e dos sentidos para acalmar a mente
  5. Rotinas noturnas sem telas para ensinar o cérebro a desconectar
  6. Como cuidar do seu dia para dormir melhor à noite

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La cena te soa familiar, não é? Você se deita, apaga a luz, o mundo se cala... e sua mente começa a trabalhar horas extras 🙃. Problemas familiares, trabalho, o clima mundial, coisas que você disse há cinco anos, tudo chega à festa mental justamente quando você só quer dormir.

Os especialistas citados pelo The Times, e também minha experiência em psicologia clínica e como divulgadora, coincidem: desde jogos mentais até técnicas de respiração, você pode transformar suas noites e parar de brigar com os pensamentos persistentes.

Vamos organizar esse caos noturno com ciência, psicologia prática e um toque de humor para que não fique tão denso 😌.

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Por que a ansiedade aparece justamente à noite?



Se você sente que a ansiedade se multiplica quando chega a noite, não está sozinho. Estudos recentes calculam que cerca de 8 em cada 10 pessoas experimentam ansiedade noturna em algum momento da vida.

Durante o dia, sua mente se mantém ocupada: reuniões, conversas, telas, tarefas, trânsito. Essa atividade funciona como uma espécie de ruído de fundo que tapa muitas preocupações.

Quando chega a noite acontece isto:


  • O ambiente fica mais silencioso e com menos distrações.

  • O cansaço reduz sua resistência emocional.

  • O cérebro finalmente tenta processar o que ficou pendente do dia.



A psicóloga Carolyne Keenan, citada pelo The Times, comenta que então pequenas preocupações se ampliam. Eu vejo isso todos os anos em consulta: o que uma pessoa relativiza às dez da manhã se torna tragédia grega às duas da madrugada.

Do corpo também vem algo importante. O hormônio do estresse, o cortisol, deveria cair à noite (Sugiro ler: Como reduzir o cortisol naturalmente). No entanto, se você vive com muito estresse, o cortisol se mantém elevado, seu cérebro interpreta que ainda há perigo e te deixa em modo alerta justamente quando deveria entrar em modo travesseiro.

E, para piorar, há fatores externos que não ajudam:


  • Mudanças de estação e épocas de festas, que aumentam pressão e balanço de vida.

  • Responsabilidades familiares e de trabalho que não param, embora você queira dormir.

  • Uso intenso de telas, que enganam seu cérebro com luz e estímulos constantes.



Conclusão: você não é fraco, não está exagerando, seu cérebro e seu corpo simplesmente reagem a uma combinação bem poderosa de estímulos internos e externos.

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Ansiedade noturna: o que os especialistas dizem e o que vejo em consulta



Os especialistas consultados pelo The Times apontam que a ansiedade noturna nasce da mistura de:


  • Fatores psicológicos: ruminação, perfeccionismo, medo do futuro, sensação de falta de controle.

  • Fatores fisiológicos: cortisol alto, má higiene do sono, luz artificial, uso de dispositivos.



No meu trabalho como psicóloga, costumo ver um padrão muito claro: a noite se transforma em um escritório de problemas aberto vinte e quatro horas por dia.

Conto uma anedota que se repete com variações em muitas pessoas:

Um paciente, vamos chamá-lo de Luis, me dizia:
“Durante o dia quase não penso nos meus problemas, mas quando apago a luz minha cabeça se transforma em um telejornal dramático que eu não consigo mudar de canal.”

No caso dele, funcionou muito bem quando:


  • Começou a organizar mentalmente suas preocupações antes do anoitecer.

  • Deixou o celular fora do quarto.

  • Usou respiração guiada e um jogo mental simples quando os pensamentos batiam à porta durante a noite.



Algo chave que ensinamos na terapia do sono: não lute contra a insônia, negocie com ela. Se você entra em guerra com seus pensamentos, eles ganham. Se você os reconhece, os escreve, dá a eles um espaço controlado e muda o foco com estratégias úteis, o cérebro aprende um caminho novo.

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Jogos mentais para deter pensamentos persistentes ao tentar dormir



Aqui entra a parte divertida. O cérebro não sabe fazer bem duas coisas complexas ao mesmo tempo. Se você rumina e, ao mesmo tempo, o convida para um jogo mental específico, as preocupações perdem força.

Algumas técnicas que os especialistas citados pelo The Times recomendam, e que eu também uso com pacientes, são estas:

1. Reserve um “tempo para se preocupar” antes de dormir

Entre trinta e sessenta minutos antes da hora de dormir:


  • Sente-se com papel e caneta.

  • Escreva tudo o que te inquieta: trabalho, família, economia, saúde, notícias.

  • Depois escolha três prioridades para o dia seguinte.



Com isso você cria uma zona de amortecimento entre o dia e a noite. O cérebro recebe a mensagem: “Já cuidei das suas preocupações, agora não é hora de pensar nisso.”

2. Jogos de memória e listas mentais

Quando os pensamentos insistentes aparecem na cama, você pode tentar:


  • Lembrar com detalhes uma cena da sua série ou filme favorito, cena por cena.

  • Fazer uma lista mental com palavras que comecem por cada letra do alfabeto, por exemplo, só frutas ou só cidades.

  • Repassar uma viagem que gostou, desde que saiu de casa até que voltou, passo a passo.



Curiosidade: muitas pessoas adormecem antes de terminar o jogo. Não porque seja chato, mas porque a mente diminui a intensidade quando você para de alimentá-la com preocupações.

3. Atividades monótonas fora da cama

Se passam uns vinte minutos e você continua muito acordado, não fique brigando com o travesseiro. Levante-se e vá para outro cômodo com luz bem suave. Você pode:


  • Dobrar roupas limpas.

  • Organizar uma gaveta sem pensar demais.

  • Fazer um quebra-cabeça simples.



Isso quebra a associação cama = ansiedade e ensina o cérebro que o quarto se relaciona só com dormir e com sexo, não com agonizar mentalmente.

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O poder da respiração e dos sentidos para acalmar a mente



A respiração influencia diretamente o sistema nervoso. Quando você respira rápido e raso, reforça o sinal de perigo; quando respira de forma lenta e profunda, ativa o modo calma.

1. Técnica de respiração 4 7 8

A especialista em psicologia positiva Ruth Cooper Dickson recomenda uma técnica bem popular:


  • Inspire pelo nariz enquanto conta mentalmente até 4.

  • Mantenha o ar enquanto conta até 7.

  • Expire lentamente pela boca enquanto conta até 8.



Repita por pelo menos um minuto. Se colocar uma mão no peito e outra no abdome, como sugere a psicoterapeuta Kamalyn Kaur, o corpo recebe uma mensagem de contenção e segurança.

Curiosidade de psicologia fisiológica: esse tipo de respiração estimula o nervo vago, uma espécie de grande cabo que conecta cérebro e corpo e ajuda a frear a resposta ao estresse.

2. Meditação dos cinco sentidos

A ideia é usar seus sentidos como âncora ao presente. Você pode tentar na cama, com a luz apagada:


  • Observe a textura dos lençóis com as mãos.

  • Sinta a temperatura do ar no rosto.

  • Ouça os ruídos distantes e próximos sem julgar.

  • Tome um gole de água e note a sensação ao passar pela garganta.

  • Adicione um aroma suave, como lavanda, e respire-o com atenção.



A conselheira citada pelo The Times, Yasmin Shaheen Zaffar, destaca que o tato e o olfato acalmam muito durante a ansiedade.

Eu confirmo: em oficinas de manejo do estresse, quando convido as pessoas a segurar um objeto agradável e se concentrar só nessa sensação, o ambiente abaixa dois tons em minutos 😌.

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Rotinas noturnas sem telas para ensinar o cérebro a desconectar



Um dos inimigos silenciosos do sono está na sua mão: o telefone. Quase 9 em cada 10 pessoas checam o celular ou o tablet pouco antes de dormir. Resultado: mais luz azul, mais estímulos, mais comparação com vidas alheias e, claro, menos sono.

Especialistas em terapia do sono recomendam:


  • Desligar as telas pelo menos uma hora antes de se deitar.

  • Deixar o celular carregando fora do quarto.

  • Usar um despertador tradicional em vez do celular.

  • Substituir o app de notas por um caderno real ao lado da cama.

Sugiro ler: Como descansar nosso cérebro das redes sociais


A psicoterapeuta do sono Heather Darwall Smith propõe criar um pequeno ritual de fechamento do dia. Por exemplo:


  • Atenue as luzes da casa aos poucos.

  • Faça alongamentos suaves ou yoga bem leve.

  • Escreva três coisas pelas quais você é grato e três prioridades para amanhã.

  • Leia algumas páginas de um livro tranquilo.



Esse tipo de rotina manda uma mensagem clara ao cérebro: “O dia acabou, não vou resolver mais nada, agora é hora de descansar.”

Aliás, em minhas palestras motivacionais sempre proponho este desafio:

“Experimente sete noites sem telas na cama e observe o que muda.”

A maioria relata menos ansiedade e menos despertares noturnos. Sua mente não precisa de mais um vídeo, precisa de uma pausa.

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Como cuidar do seu dia para dormir melhor à noite



A ansiedade noturna quase nunca nasce só à noite. Muitas vezes reflete como você gerencia sua energia durante o dia.

Conselheiras e terapeutas do sono citadas pelo The Times apontam várias chaves que eu também trabalho em consulta:


1. Exposição à luz natural

Seu relógio interno, o ritmo circadiano, ama a luz do sol. Tente:


  • Receber luz natural pela manhã mesmo que o dia esteja nublado.

  • Fazer uma caminhada breve ao ar livre todos os dias.

  • Evitar luzes muito fortes à noite em casa.



Esse hábito simples ajuda a regular o cortisol, para que ele caia quando deve e você possa adormecer melhor.


2. Micro pausas antiestresse durante o dia

Se você espera até a cama para gerir todo o seu estresse, a noite fica saturada. Em vez disso, distribua pequenas descargas ao longo do dia:


  • Pausas de dois ou três minutos para respirar fundo.

  • Pequenos alongamentos de tempos em tempos.

  • Um café ou chá tranquilo sem tela, só você.



3. Movimento, alimentação e vínculos

Não é preciso correr uma maratona. Um corpo que se move e se alimenta bem descansa melhor:


  • Ande, dance, suba escadas, adote o movimento que mais gostar.

  • Evite jantares muito pesados logo antes de dormir.

  • Cultive o contato social, mesmo com uma ligação curta para alguém querido.



Deixo uma prática que frequentemente proponho aos meus pacientes com ansiedade noturna:


  • Escolha uma única coisa para melhorar seu dia, por exemplo, deixar o celular fora do quarto.

  • Mantenha essa prática por quinze dias.

  • Depois acrescente outra, por exemplo, sair para caminhar dez minutos com luz natural.



Pequenas mudanças diárias transformam suas noites muito mais do que uma solução milagrosa de um dia para o outro.

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Se você chegou até aqui, já tem um pequeno kit pessoal para manejar a ansiedade noturna:


  • Jogos mentais que desviam a ruminação.

  • Respiração e sentidos para acalmar o sistema nervoso.

  • Rotinas noturnas que sinalizam a hora de desligar.

  • Hábitos diurnos que preparam um sono mais profundo.



Convido você a fazer uma pergunta honesta agora mesmo:

Qual é a primeira coisa que posso mudar esta noite para que minha mente não se apodere da escuridão?

Comece com uma única estratégia, experimente-a por vários dias, observe como seu corpo responde. Seu cérebro aprende, sempre. E você pode ensiná-lo que a noite não serve para se preocupar, serve para descansar e sonhar um pouco mais bonito 🌙💤.







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Eu sou Patricia Alegsa

Há mais de 20 anos que escrevo artigos para horóscopos e auto-ajuda de uma forma profissional.


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