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Quanto mais se preocupa, menos se vive

Mesmo que não goste de pensar muito, não há nada de errado em planear a sua agenda com antecedência.... , 2020-05-24







Não se pode deixar de preocupar. Não se pode desligar as emoções como um interruptor de luz. Não pode controlar se a sua mente anda ou não em círculos à noite, mantendo-o acordado com um milhão de "e se".

Mesmo que não goste de pensar muito, não há nada de errado em planear a sua agenda com antecedência. Não há nada de errado em ficar nervoso com o que poderá correr mal amanhã. Não há nada de errado em imaginar o que o futuro reserva para si.

Pode preocupar-se, mas não se pode parar. Não lhe é permitido esconder-se na sua zona de conforto, recusando-se a correr riscos, recusando-se a ver o que está no mundo, recusando-se a correr riscos.
Não quer que as suas preocupações o convençam a ficar no mesmo lugar para o resto da sua vida. Não quer acabar por se contentar com uma existência medíocre que não lhe dá alegria porque tem medo do que o mundo lhe reserva se mudar a sua rotina, porque se preocupa que as coisas possam piorar e prefere jogar pelo seguro.
A
verdade é que o futuro é imprevisível. Mesmo que se continue a fazer exactamente a mesma coisa, dia após dia, não há garantias de que dure. O seu mundo ainda pode mudar num instante. É por isso que é importante prosseguir o que realmente se quer, mesmo que haja alguns inconvenientes, mesmo que haja alguns riscos, mesmo que haja a possibilidade de algumas coisas poderem correr mal.

Não se pode viver a vida com medo. Não acabará por se sentir realizado se escolher sempre as rotas mais seguras, se permitir sempre que as suas preocupações se interponham no caminho do seu processo de tomada de decisão.
É-lhe permitido preocupar-se com a forma como a realização de uma mudança o irá afectar. É-lhe permitido correr através de diferentes cenários na sua cabeça. É-lhe permitido estar nervoso para se aventurar fora da sua zona de conforto. Desde que não deixe que essas preocupações se interponham no caminho do progresso. Desde que não se convença de que é mais seguro continuar a fazer o que se está a fazer, mesmo que não se esteja totalmente satisfeito neste momento.

Tudo na vida requer algum tipo de risco. Se começar a namorar, existe o risco de ter o coração partido. Se se candidatar ao trabalho dos seus sonhos, existe o risco de a sua candidatura ser rejeitada. Se convidar um amigo para sair, há o risco de que ele ou ela o rejeite.

Não se pode fugir aos riscos. Não se pode evitá-los para sempre. Mesmo quando se decide não fazer uma mudança, continua-se a correr o risco. Arrisca-se a possibilidade de um dia acordar e ficar cheio de arrependimentos, de querer fazer escolhas diferentes, de acabar por ser miserável.
Se for obrigado a correr um risco, independentemente do que fizer, também pode escolher o risco que mais o excita. O risco de que no final pareça valer a pena.









Eu sou Alegsa

Há mais de 20 anos que escrevo artigos para horóscopos e auto-ajuda de uma forma profissional.



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